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10 países que você não vai acreditar têm Starbucks (apresentação de slides)

10 países que você não vai acreditar têm Starbucks (apresentação de slides)

Você não acreditaria que a popular cadeia de café está se formando em alguns desses países

Turquia

Apesar do café turco mundialmente famoso, muitas pessoas na Turquia estão tomando sua bebida favorita da Starbucks.

Romênia

O café é uma bebida quente tradicional na Romênia e as pessoas adoram seu café Starbucks.

Peru

O Peru tem um ótimo café, mas as pessoas lá ainda apreciam uma bebida da Starbucks.

Egito

O café é uma bebida quente popular no Egito e muitas pessoas lá podem desfrutar de uma bebida Starbucks bem quente.

Líbano

O café libanês é semelhante ao café turco e é bastante forte, mas apesar de estar acostumado com café forte, as pessoas ainda gostam de um café Starbucks.

Grécia

O café grego tradicional é forte e feito com espuma na parte superior e o pó na parte inferior da xícara. Mesmo com um café nacional, os gregos ainda apreciam um café Starbucks quente.

Malásia

Se você viajar para a Malásia, ainda poderá desfrutar de sua bebida matinal favorita da Starbucks.

Chile

O Chile tem uma grande cultura de café e a Starbucks agora faz parte dela.

Costa Rica

Conhecida mundialmente por seus grãos de café, a Costa Rica agora bebe café Starbucks além do café feito com seus grãos cultivados localmente.

Brunei

Localizada no sudeste da Ásia, esta ilha serve café Starbucks quente.


Cinco coisas que a Starbucks fez para consertar a China

Se há uma empresa que deveria ter falido na China, seria a Starbucks. A China tem milhares de anos de história bebendo chá e uma forte cultura associada a ele. Ninguém poderia imaginar que os chineses beberiam café em vez de chá.

Ainda assim, a Starbucks abriu com sucesso mais de 570 lojas em 48 cidades desde que entrou pela primeira vez na China, há doze anos. Com base nesse impulso, ela planeja abrir 1.500 lojas até 2015. O que a empresa de café com sede em Seattle fez certo na China? Aqui estão cinco lições do sucesso da Starbucks.

Pense diferente

Quando a Starbucks entrou na China em 1999, muitos duvidaram que a Starbucks tivesse uma chance. Dado o fato de que os chineses tradicionalmente preferem o chá, parecia impossível que a Starbucks fosse capaz de entrar neste mercado.

No entanto, a Starbucks não permitiu que esse ceticismo o impedisse. Um estudo de mercado cuidadoso revelou que, com o surgimento da classe média chinesa, existia uma oportunidade para a Starbucks apresentar uma experiência ocidental com o café, onde as pessoas podiam se encontrar com seus amigos enquanto bebiam suas bebidas favoritas.

A Starbucks literalmente criou essa demanda. Agora você pode encontrar um Starbucks em quase todas as ruas principais das cidades costeiras da China. Até meu pai de 90 anos na China começou a me contar como bebia café após as refeições, em vez de chá, para ajudar na digestão. A Starbucks revolucionou a forma como os chineses veem e bebem café.

Posição Inteligente

Depois que a Starbucks decidiu entrar na China, implementou uma estratégia inteligente de entrada no mercado. Não utilizou nenhuma publicidade e promoção que pudesse ser percebida pelos chineses como uma ameaça à sua cultura de consumo de chá. Em vez disso, ele se concentrou na seleção de locais de alta visibilidade e alto tráfego para projetar sua imagem de marca.

A próxima coisa que a Starbucks fez foi capitalizar a cultura de consumo de chá dos consumidores chineses, introduzindo bebidas com ingredientes locais populares, como o chá verde. Essa estratégia efetivamente transformou os obstáculos em potencial a favor da Starbucks. Os consumidores chineses rapidamente desenvolveram o gosto pelo café da Starbucks, que foi essencial para o sucesso da Starbucks na China.

Uma das principais estratégias de marketing da Starbucks é fornecer aos clientes uma experiência excepcional. O interior chique, as poltronas confortáveis ​​e a música animada não são apenas diferenciais que diferenciam a Starbucks da concorrência, mas também têm um forte apelo para as gerações mais jovens que fantasiam sobre a cultura do café ocidental como um símbolo do estilo de vida moderno. Muitos vão ao Starbucks não apenas para uma xícara de Frappuccino, mas também para a “Experiência Starbucks” que os faz sentir-se descolados e na moda.

Assim, a Starbucks se estabeleceu como uma marca aspirante e pode cobrar preços premium.

Marca Global

A Starbucks entende o valor de sua marca global e toma medidas para manter a integridade da marca. Uma das melhores práticas da Starbucks é enviar seus melhores baristas de mercados estabelecidos para novos mercados e treinar novos funcionários. Esses baristas atuam como embaixadores da marca para ajudar a estabelecer a cultura da Starbucks em novos locais e garantir que o serviço em cada loja local atenda aos seus padrões globais.

As marcas ocidentais em geral têm uma reputação de produtos e serviços de qualidade. Eles têm uma vantagem competitiva sobre as empresas chinesas ao se estabelecerem como marcas premium. No entanto, como Shaun Rein, fundador e diretor administrativo do China Market Research Group, apontou, muitas marcas ocidentais pressionam por participação de mercado cortando preços, o que é uma estratégia perdedora porque elas nunca podem "ultrapassar" os concorrentes chineses locais.

Marca global não significa “produtos globais” ou “plataforma global” como o eBay erroneamente tentou. A Starbucks tem um cardápio de bebidas altamente localizado, especialmente adaptado aos consumidores chineses. Ela fez uma extensa análise do perfil de sabor do consumidor para criar uma mistura única de “Oriente encontra Ocidente”. Ele ainda dá a cada loja a flexibilidade de escolher entre uma ampla variedade de seu portfólio de bebidas que se adapta aos clientes em seu local específico.

É fundamental que as marcas globais adaptem seus negócios aos mercados locais para ter sucesso na China, e a Starbucks fez exatamente isso.

Parceiro Local

A China não é um mercado homogêneo. Existem muitas Chinas. A cultura do norte da China é muito diferente da do leste. O poder de compra do consumidor no interior não está a par com o das cidades costeiras. Para lidar com essa complexidade do mercado chinês, a Starbucks fez parceria com três parceiros regionais como parte de seus planos de expansão.

No norte, a Starbucks fez uma joint venture com a empresa de café Beijing Mei Da. No leste, a Starbucks fez parceria com o Uni-President, com sede em Taiwan. No sul, a Starbucks trabalhou com a Maxim’s Caterers de Hong Kong. Cada parceiro traz diferentes qualidades e experiência local que ajudaram a Starbucks a obter insights sobre os gostos e preferências dos consumidores chineses locais.

Trabalhar com os parceiros certos pode ser uma maneira eficaz de alcançar clientes locais e expandir rapidamente sem passar por uma curva de aprendizado significativa.

Compromisso de longo prazo

A China não é um mercado fácil de quebrar. Requer um compromisso de longo prazo. Uma estratégia importante é investir nos colaboradores. Quando visitei uma loja da Starbucks em Xangai em 2007, fiquei impressionado com as saudações alegres dos baristas chineses, que diferenciavam a Starbucks dos imitadores. A Starbucks fez um excelente trabalho no recrutamento e treinamento de seus funcionários. Essa é uma estratégia em que todos ganham porque os funcionários estão no centro da entrega da “Experiência Starbucks” aos clientes. Eles são os melhores embaixadores de marketing da empresa.

Compromisso de longo prazo também significa paciência. Leva tempo para educar o mercado e conquistar a fidelidade do cliente. As empresas que investem em planos de longo prazo podem ter certeza de colher recompensas consideráveis.

Se a Starbucks pode ter sucesso em um mercado com poucas chances de sucesso, não há razão para que qualquer outra empresa, grande ou pequena, não possa ter sucesso na China. A capacidade de pensar de forma diferente, fazer sua lição de casa, implementar estratégias certas, se adaptar aos mercados locais e se comprometer a longo prazo são etapas importantes para atingir esse objetivo.


Cinco coisas que a Starbucks fez para acertar na China

Se há uma empresa que deveria ter falido na China, seria a Starbucks. A China tem milhares de anos de história bebendo chá e uma forte cultura associada a ele. Ninguém poderia imaginar que os chineses beberiam café em vez de chá.

Ainda assim, a Starbucks abriu com sucesso mais de 570 lojas em 48 cidades desde que entrou pela primeira vez na China, há 12 anos. Com base nesse impulso, ela planeja abrir 1.500 lojas até 2015. O que a empresa de café com sede em Seattle fez certo na China? Aqui estão cinco lições do sucesso da Starbucks.

Pense diferente

Quando a Starbucks entrou na China em 1999, muitos duvidaram que a Starbucks tivesse uma chance. Dado o fato de que os chineses tradicionalmente preferem o chá, parecia impossível que a Starbucks fosse capaz de entrar nesse mercado.

No entanto, a Starbucks não permitiu que esse ceticismo o impedisse. Um estudo de mercado cuidadoso revelou que, com o surgimento da classe média chinesa, existia uma oportunidade para a Starbucks apresentar uma experiência ocidental com o café, onde as pessoas podiam se encontrar com seus amigos enquanto bebiam suas bebidas favoritas.

A Starbucks literalmente criou essa demanda. Agora você pode encontrar um Starbucks em quase todas as ruas principais das cidades costeiras da China. Até meu pai de 90 anos na China começou a me contar como ele tomava café após as refeições, em vez de chá, para ajudar sua digestão. A Starbucks revolucionou a forma como os chineses veem e bebem café.

Posição Inteligente

Depois que a Starbucks decidiu entrar na China, implementou uma estratégia inteligente de entrada no mercado. Não utilizou nenhuma publicidade e promoção que pudesse ser percebida pelos chineses como uma ameaça à sua cultura de consumo de chá. Em vez disso, ele se concentrou na seleção de locais de alta visibilidade e alto tráfego para projetar sua imagem de marca.

A próxima coisa que a Starbucks fez foi capitalizar a cultura de consumo de chá dos consumidores chineses, introduzindo bebidas com ingredientes locais populares, como o chá verde. Essa estratégia efetivamente transformou os obstáculos em potencial a favor da Starbucks. Os consumidores chineses rapidamente desenvolveram o gosto pelo café da Starbucks, que foi essencial para o sucesso da Starbucks na China.

Uma das principais estratégias de marketing da Starbucks é fornecer aos clientes uma experiência excepcional. O interior chique, as poltronas confortáveis ​​e a música animada não são apenas diferenciais que diferenciam a Starbucks da concorrência, mas também têm um forte apelo para as gerações mais jovens que fantasiam sobre a cultura do café ocidental como um símbolo do estilo de vida moderno. Muitos vão ao Starbucks não apenas para uma xícara de Frappuccino, mas também para a “Experiência Starbucks” que os faz sentir-se descolados e na moda.

Assim, a Starbucks se estabeleceu como uma marca aspirante e pode cobrar preços premium.

Marca Global

A Starbucks entende o valor de sua marca global e toma medidas para manter a integridade da marca. Uma das melhores práticas da Starbucks é enviar seus melhores baristas de mercados estabelecidos para novos mercados e treinar novos funcionários. Esses baristas atuam como embaixadores da marca para ajudar a estabelecer a cultura da Starbucks em novos locais e garantir que o serviço em cada loja local atenda aos seus padrões globais.

As marcas ocidentais em geral têm uma reputação de produtos e serviços de qualidade. Eles têm uma vantagem competitiva sobre as empresas chinesas ao se estabelecerem como marcas premium. No entanto, como Shaun Rein, fundador e diretor administrativo do China Market Research Group, apontou, muitas marcas ocidentais pressionam por participação de mercado cortando preços, o que é uma estratégia perdedora porque elas nunca podem "ultrapassar" os concorrentes chineses locais.

Marca global não significa “produtos globais” ou “plataforma global” como o eBay erroneamente tentou. A Starbucks tem um cardápio de bebidas altamente localizado, especialmente adaptado aos consumidores chineses. Ela fez uma extensa análise do perfil de sabor do consumidor para criar uma mistura única de “Oriente encontra Ocidente”. Ele ainda dá a cada loja a flexibilidade de escolher entre uma ampla variedade de seu portfólio de bebidas que se adapta aos clientes em seu local específico.

É fundamental que as marcas globais adaptem seus negócios aos mercados locais para ter sucesso na China, e a Starbucks fez exatamente isso.

Parceiro Local

A China não é um mercado homogêneo. Existem muitas Chinas. A cultura do norte da China é muito diferente da do leste. O poder de compra do consumidor no interior não está a par com o das cidades costeiras. Para lidar com essa complexidade do mercado chinês, a Starbucks fez parceria com três parceiros regionais como parte de seus planos de expansão.

No norte, a Starbucks fez uma joint venture com a empresa de café Beijing Mei Da. No leste, a Starbucks fez parceria com o Uni-President, com sede em Taiwan. No sul, a Starbucks trabalhou com a Maxim’s Caterers de Hong Kong. Cada parceiro traz diferentes qualidades e experiência local que ajudaram a Starbucks a obter insights sobre os gostos e preferências dos consumidores chineses locais.

Trabalhar com os parceiros certos pode ser uma maneira eficaz de alcançar clientes locais e expandir rapidamente sem passar por uma curva de aprendizado significativa.

Compromisso de longo prazo

A China não é um mercado fácil de quebrar. Requer um compromisso de longo prazo. Uma estratégia importante é investir nos colaboradores. Quando visitei uma loja da Starbucks em Xangai em 2007, fiquei impressionado com as saudações alegres dos baristas chineses, que diferenciavam a Starbucks dos imitadores. A Starbucks fez um excelente trabalho no recrutamento e treinamento de seus funcionários. Essa é uma estratégia em que todos ganham porque os funcionários estão no centro da entrega da “Experiência Starbucks” aos clientes. Eles são os melhores embaixadores de marketing da empresa.

Compromisso de longo prazo também significa paciência. Leva tempo para educar o mercado e conquistar a fidelidade do cliente. As empresas que investem em planos de longo prazo podem ter certeza de colher recompensas consideráveis.

Se a Starbucks pode ter sucesso em um mercado com poucas chances de sucesso, não há razão para que qualquer outra empresa, grande ou pequena, não possa ter sucesso na China. A capacidade de pensar de forma diferente, fazer sua lição de casa, implementar estratégias certas, se adaptar aos mercados locais e se comprometer a longo prazo são etapas importantes para atingir esse objetivo.


Cinco coisas que a Starbucks fez para consertar a China

Se há uma empresa que deveria ter falido na China, seria a Starbucks. A China tem milhares de anos de história bebendo chá e uma forte cultura associada a ele. Ninguém poderia imaginar que os chineses beberiam café em vez de chá.

Ainda assim, a Starbucks abriu com sucesso mais de 570 lojas em 48 cidades desde que entrou pela primeira vez na China, há 12 anos. Com base nesse impulso, ela planeja abrir 1.500 lojas até 2015. O que a empresa de café com sede em Seattle fez certo na China? Aqui estão cinco lições do sucesso da Starbucks.

Pense diferente

Quando a Starbucks entrou na China em 1999, muitos duvidaram que a Starbucks tivesse uma chance. Dado o fato de que os chineses tradicionalmente preferem o chá, parecia impossível que a Starbucks fosse capaz de entrar neste mercado.

No entanto, a Starbucks não permitiu que esse ceticismo o impedisse. Um cuidadoso estudo de mercado revelou que, com o surgimento da classe média chinesa, houve uma oportunidade para a Starbucks apresentar uma experiência ocidental com o café, onde as pessoas podiam se encontrar com seus amigos enquanto bebiam suas bebidas favoritas.

A Starbucks literalmente criou essa demanda. Agora você pode encontrar um Starbucks em quase todas as ruas principais das cidades costeiras da China. Até meu pai de 90 anos na China começou a me contar como ele tomava café após as refeições, em vez de chá, para ajudar sua digestão. A Starbucks revolucionou a forma como os chineses veem e bebem café.

Posição Inteligente

Depois que a Starbucks decidiu entrar na China, implementou uma estratégia inteligente de entrada no mercado. Não utilizou nenhuma publicidade e promoção que pudesse ser percebida pelos chineses como uma ameaça à sua cultura de consumo de chá. Em vez disso, ele se concentrou na seleção de locais de alta visibilidade e alto tráfego para projetar sua imagem de marca.

A próxima coisa que a Starbucks fez foi capitalizar a cultura de consumo de chá dos consumidores chineses, introduzindo bebidas com ingredientes locais populares, como o chá verde. Essa estratégia efetivamente transformou os obstáculos em potencial a favor da Starbucks. Os consumidores chineses rapidamente desenvolveram o gosto pelo café da Starbucks, que foi essencial para o sucesso da Starbucks na China.

Uma das principais estratégias de marketing da Starbucks é fornecer aos clientes uma experiência excepcional. O interior chique, as poltronas confortáveis ​​e a música animada não são apenas diferenciais que diferenciam a Starbucks da concorrência, mas também têm um forte apelo para as gerações mais jovens que fantasiam sobre a cultura do café ocidental como um símbolo do estilo de vida moderno. Muitos vão ao Starbucks não apenas para uma xícara de Frappuccino, mas também para a “Experiência Starbucks” que os faz sentir-se descolados e na moda.

Assim, a Starbucks se estabeleceu como uma marca aspirante e pode cobrar preços premium.

Marca Global

A Starbucks entende o valor de sua marca global e toma medidas para manter a integridade da marca. Uma das melhores práticas da Starbucks é enviar seus melhores baristas de mercados estabelecidos para novos mercados e treinar novos funcionários. Esses baristas atuam como embaixadores da marca para ajudar a estabelecer a cultura da Starbucks em novos locais e garantir que o serviço em cada loja local atenda aos seus padrões globais.

As marcas ocidentais em geral têm uma reputação de produtos e serviços de qualidade. Eles têm uma vantagem competitiva sobre as empresas chinesas ao se estabelecerem como marcas premium. No entanto, como Shaun Rein, fundador e diretor administrativo do China Market Research Group, apontou, muitas marcas ocidentais pressionam por participação de mercado cortando preços, o que é uma estratégia perdedora porque elas nunca podem "ultrapassar" os concorrentes chineses locais.

Marca global não significa “produtos globais” ou “plataforma global” como o eBay erroneamente tentou. A Starbucks tem um cardápio de bebidas altamente localizado, especialmente adaptado aos consumidores chineses. Fez uma extensa análise do perfil de sabor do consumidor para criar uma mistura única de “Oriente encontra Ocidente”. Ele ainda dá a cada loja a flexibilidade de escolher entre uma ampla variedade de seu portfólio de bebidas que se adapta aos clientes em seu local específico.

É fundamental que as marcas globais adaptem seus negócios aos mercados locais para ter sucesso na China, e a Starbucks fez exatamente isso.

Parceiro Local

A China não é um mercado homogêneo. Existem muitas Chinas. A cultura do norte da China é muito diferente da do leste. O poder de compra do consumidor no interior não está a par com o das cidades costeiras. Para lidar com essa complexidade do mercado chinês, a Starbucks fez parceria com três parceiros regionais como parte de seus planos de expansão.

No norte, a Starbucks fez uma joint venture com a empresa de café Beijing Mei Da. No leste, a Starbucks fez parceria com o Uni-President com sede em Taiwan. No sul, a Starbucks trabalhou com a Maxim’s Caterers de Hong Kong. Cada parceiro traz diferentes qualidades e experiência local que ajudaram a Starbucks a obter insights sobre os gostos e preferências dos consumidores chineses locais.

Trabalhar com os parceiros certos pode ser uma maneira eficaz de alcançar clientes locais e expandir rapidamente sem passar por uma curva de aprendizado significativa.

Compromisso de longo prazo

A China não é um mercado fácil de quebrar. Requer um compromisso de longo prazo. Uma estratégia importante é investir nos colaboradores. Quando visitei uma loja da Starbucks em Xangai em 2007, fiquei impressionado com as saudações alegres dos baristas chineses, que diferenciavam a Starbucks dos imitadores. A Starbucks fez um excelente trabalho no recrutamento e treinamento de seus funcionários. Essa é uma estratégia em que todos ganham porque os funcionários estão no centro da entrega da “Experiência Starbucks” aos clientes. Eles são os melhores embaixadores de marketing da empresa.

Compromisso de longo prazo também significa paciência. Leva tempo para educar o mercado e conquistar a fidelidade do cliente. As empresas que investem em planos de longo prazo podem ter certeza de colher recompensas consideráveis.

Se a Starbucks pode ter sucesso em um mercado com poucas chances de sucesso, não há razão para que qualquer outra empresa, grande ou pequena, não possa ter sucesso na China. A capacidade de pensar de forma diferente, fazer sua lição de casa, implementar estratégias certas, se adaptar aos mercados locais e se comprometer a longo prazo são etapas importantes para atingir esse objetivo.


Cinco coisas que a Starbucks fez para consertar a China

Se há uma empresa que deveria ter falido na China, seria a Starbucks. A China tem milhares de anos de história bebendo chá e uma forte cultura associada a ele. Ninguém poderia imaginar que os chineses beberiam café em vez de chá.

Ainda assim, a Starbucks abriu com sucesso mais de 570 lojas em 48 cidades desde que entrou pela primeira vez na China, há doze anos. Com base nesse impulso, ela planeja abrir 1.500 lojas até 2015. O que a empresa de café com sede em Seattle fez certo na China? Aqui estão cinco lições do sucesso da Starbucks.

Pense diferente

Quando a Starbucks entrou na China em 1999, muitos duvidaram que a Starbucks tivesse uma chance. Dado o fato de que os chineses tradicionalmente preferem o chá, parecia impossível que a Starbucks fosse capaz de entrar nesse mercado.

No entanto, a Starbucks não permitiu que esse ceticismo o impedisse. Um cuidadoso estudo de mercado revelou que, com o surgimento da classe média chinesa, houve uma oportunidade para a Starbucks apresentar uma experiência ocidental com o café, onde as pessoas podiam se encontrar com seus amigos enquanto bebiam suas bebidas favoritas.

A Starbucks literalmente criou essa demanda. Agora você pode encontrar um Starbucks em quase todas as ruas principais das cidades costeiras da China. Até meu pai de 90 anos na China começou a me contar como bebia café após as refeições, em vez de chá, para ajudar na digestão. A Starbucks revolucionou a forma como os chineses veem e bebem café.

Posição Inteligente

Depois que a Starbucks decidiu entrar na China, implementou uma estratégia inteligente de entrada no mercado. Não utilizou nenhuma publicidade e promoção que pudesse ser percebida pelos chineses como uma ameaça à sua cultura de consumo de chá. Em vez disso, concentrou-se na seleção de locais de alta visibilidade e alto tráfego para projetar sua imagem de marca.

A próxima coisa que a Starbucks fez foi capitalizar a cultura de consumo de chá dos consumidores chineses, introduzindo bebidas com ingredientes locais populares, como o chá verde. Essa estratégia efetivamente transformou os obstáculos em potencial a favor da Starbucks. Os consumidores chineses rapidamente desenvolveram o gosto pelo café da Starbucks, que foi essencial para o sucesso da Starbucks na China.

Uma das principais estratégias de marketing da Starbucks é fornecer aos clientes uma experiência excepcional. O interior chique, as poltronas confortáveis ​​e a música animada não são apenas diferenciais que diferenciam a Starbucks da concorrência, mas também têm um forte apelo para as gerações mais jovens que fantasiam sobre a cultura do café ocidental como um símbolo do estilo de vida moderno. Muitos vão ao Starbucks não apenas para uma xícara de Frappuccino, mas também para a “Experiência Starbucks” que os faz sentir-se descolados e na moda.

Assim, a Starbucks se estabeleceu como uma marca aspirante e pode cobrar preços premium.

Marca Global

A Starbucks entende o valor de sua marca global e toma medidas para manter a integridade da marca. Uma das melhores práticas da Starbucks é enviar seus melhores baristas de mercados estabelecidos para novos mercados e treinar novos funcionários. Esses baristas atuam como embaixadores da marca para ajudar a estabelecer a cultura da Starbucks em novos locais e garantir que o serviço em cada loja local atenda aos seus padrões globais.

As marcas ocidentais em geral têm uma reputação de produtos e serviços de qualidade. Eles têm uma vantagem competitiva sobre as empresas chinesas ao se estabelecerem como marcas premium. No entanto, como Shaun Rein, fundador e diretor administrativo do China Market Research Group, apontou, muitas marcas ocidentais pressionam por participação de mercado cortando preços, o que é uma estratégia perdedora porque elas nunca podem "ultrapassar" os concorrentes chineses locais.

Marca global não significa “produtos globais” ou “plataforma global” como o eBay erroneamente tentou. A Starbucks tem um cardápio de bebidas altamente localizado, especialmente adaptado para os consumidores chineses. Ela fez uma extensa análise do perfil de sabor do consumidor para criar uma mistura única de “Oriente encontra Ocidente”. Ele ainda dá a cada loja a flexibilidade de escolher entre uma ampla variedade de seu portfólio de bebidas que se adapta aos clientes em seu local específico.

É fundamental que as marcas globais adaptem seus negócios aos mercados locais para ter sucesso na China, e a Starbucks fez exatamente isso.

Parceiro Local

A China não é um mercado homogêneo. Existem muitas Chinas. A cultura do norte da China é muito diferente da do leste. O poder de compra do consumidor no interior não está a par com o das cidades costeiras. Para lidar com essa complexidade do mercado chinês, a Starbucks fez parceria com três parceiros regionais como parte de seus planos de expansão.

No norte, a Starbucks fez uma joint-venture com a empresa de café Beijing Mei Da. No leste, a Starbucks fez parceria com o Uni-President, com sede em Taiwan. No sul, a Starbucks trabalhou com a Maxim’s Caterers de Hong Kong. Cada parceiro traz diferentes qualidades e experiência local que ajudaram a Starbucks a obter insights sobre os gostos e preferências dos consumidores chineses locais.

Trabalhar com os parceiros certos pode ser uma maneira eficaz de alcançar clientes locais e expandir rapidamente sem passar por uma curva de aprendizado significativa.

Compromisso de longo prazo

A China não é um mercado fácil de quebrar. Requer um compromisso de longo prazo. Uma estratégia importante é investir nos colaboradores. Quando visitei uma loja da Starbucks em Xangai em 2007, fiquei impressionado com as saudações alegres dos baristas chineses, que diferenciavam a Starbucks dos imitadores. A Starbucks fez um excelente trabalho no recrutamento e treinamento de seus funcionários. Essa é uma estratégia em que todos ganham porque os funcionários estão no centro da entrega da “Experiência Starbucks” aos clientes. Eles são os melhores embaixadores de marketing da empresa.

Compromisso de longo prazo também significa paciência. Leva tempo para educar o mercado e conquistar a fidelidade do cliente. As empresas que investem em planos de longo prazo podem ter certeza de colher recompensas consideráveis.

Se a Starbucks pode ter sucesso em um mercado com poucas chances de sucesso, não há razão para que qualquer outra empresa, grande ou pequena, não possa ter sucesso na China. A capacidade de pensar de forma diferente, fazer sua lição de casa, implementar estratégias certas, se adaptar aos mercados locais e se comprometer a longo prazo são etapas importantes para atingir esse objetivo.


Cinco coisas que a Starbucks fez para acertar na China

Se há uma empresa que deveria ter falido na China, seria a Starbucks. A China tem milhares de anos de história bebendo chá e uma forte cultura associada a ele. Ninguém poderia imaginar que os chineses beberiam café em vez de chá.

Ainda assim, a Starbucks abriu com sucesso mais de 570 lojas em 48 cidades desde que entrou pela primeira vez na China, há 12 anos. Com base nesse impulso, ela planeja abrir 1.500 lojas até 2015. O que a empresa de café com sede em Seattle fez certo na China? Aqui estão cinco lições do sucesso da Starbucks.

Pense diferente

Quando a Starbucks entrou na China em 1999, muitos duvidaram que a Starbucks tivesse uma chance. Dado o fato de que os chineses tradicionalmente preferem o chá, parecia impossível que a Starbucks fosse capaz de entrar neste mercado.

No entanto, a Starbucks não permitiu que esse ceticismo o impedisse. Um cuidadoso estudo de mercado revelou que, com o surgimento da classe média chinesa, houve uma oportunidade para a Starbucks apresentar uma experiência ocidental com o café, onde as pessoas podiam se encontrar com seus amigos enquanto bebiam suas bebidas favoritas.

A Starbucks literalmente criou essa demanda. Agora você pode encontrar um Starbucks em quase todas as ruas principais das cidades costeiras da China. Até meu pai de 90 anos na China começou a me contar como ele tomava café após as refeições, em vez de chá, para ajudar sua digestão. A Starbucks revolucionou a forma como os chineses veem e bebem café.

Posição Inteligente

Depois que a Starbucks decidiu entrar na China, implementou uma estratégia inteligente de entrada no mercado. Não utilizou nenhuma publicidade e promoção que pudesse ser percebida pelos chineses como uma ameaça à sua cultura de consumo de chá. Em vez disso, ele se concentrou na seleção de locais de alta visibilidade e alto tráfego para projetar sua imagem de marca.

A próxima coisa que a Starbucks fez foi capitalizar a cultura de consumo de chá dos consumidores chineses, introduzindo bebidas com ingredientes locais populares, como o chá verde. Essa estratégia efetivamente transformou os obstáculos em potencial a favor da Starbucks. Os consumidores chineses rapidamente desenvolveram o gosto pelo café da Starbucks, que foi essencial para o sucesso da Starbucks na China.

Uma das principais estratégias de marketing da Starbucks é fornecer aos clientes uma experiência excepcional. O interior chique, as poltronas confortáveis ​​e a música animada não são apenas diferenciais que diferenciam a Starbucks da concorrência, mas também têm um forte apelo para as gerações mais jovens que fantasiam sobre a cultura do café ocidental como um símbolo do estilo de vida moderno. Muitos vão ao Starbucks não apenas para uma xícara de Frappuccino, mas também para a “Experiência Starbucks” que os faz sentir-se descolados e na moda.

Assim, a Starbucks se estabeleceu como uma marca aspirante e pode cobrar preços premium.

Marca Global

A Starbucks entende o valor de sua marca global e toma medidas para manter a integridade da marca. Uma das melhores práticas da Starbucks é enviar seus melhores baristas de mercados estabelecidos para novos mercados e treinar novos funcionários. Esses baristas atuam como embaixadores da marca para ajudar a estabelecer a cultura da Starbucks em novos locais e garantir que o serviço em cada loja local atenda aos seus padrões globais.

As marcas ocidentais em geral têm uma reputação de produtos e serviços de qualidade. Eles têm uma vantagem competitiva sobre as empresas chinesas ao se estabelecerem como marcas premium. No entanto, como Shaun Rein, fundador e diretor administrativo do China Market Research Group, apontou, muitas marcas ocidentais pressionam por participação de mercado cortando preços, o que é uma estratégia perdedora porque elas nunca podem "ultrapassar" os concorrentes chineses locais.

Marca global não significa “produtos globais” ou “plataforma global” como o eBay erroneamente tentou. A Starbucks tem um cardápio de bebidas altamente localizado, especialmente adaptado aos consumidores chineses. Fez uma extensa análise do perfil de sabor do consumidor para criar uma mistura única de “Oriente encontra Ocidente”. Ele ainda dá a cada loja a flexibilidade de escolher entre uma ampla variedade de seu portfólio de bebidas que se adapta aos clientes em seu local específico.

É fundamental que as marcas globais adaptem seus negócios aos mercados locais para ter sucesso na China, e a Starbucks fez exatamente isso.

Parceiro Local

A China não é um mercado homogêneo. Existem muitas Chinas. A cultura do norte da China é muito diferente da do leste. O poder de compra do consumidor no interior não está a par com o das cidades costeiras. Para lidar com essa complexidade do mercado chinês, a Starbucks fez parceria com três parceiros regionais como parte de seus planos de expansão.

No norte, a Starbucks fez uma joint venture com a empresa de café Beijing Mei Da. No leste, a Starbucks fez parceria com o Uni-President, com sede em Taiwan. No sul, a Starbucks trabalhou com a Maxim’s Caterers de Hong Kong. Cada parceiro traz diferentes qualidades e experiência local que ajudaram a Starbucks a obter insights sobre os gostos e preferências dos consumidores chineses locais.

Working with right partners can be an effective way to reach local customers and expand quickly without going through a significant learning curve.

Commit Long Term

China is not an easy market to crack. It requires a long term commitment. An important strategy is to invest in employees. When I visited a Starbucks store in Shanghai back in 2007, I was impressed by the cheerful greetings of Chinese baristas, which set Starbucks apart from copycats. Starbucks has done an excellent job in recruiting and training its employees. This is a win-win strategy because employees are at the heart of delivering the “Starbucks Experience” to customers. They are the best marketing ambassadors for the company.

Long term commitment also means patience. It takes time to educate the market and gain customer loyalty. The companies that invest in long term plans can be sure to reap handsome rewards.

If Starbucks can succeed in a most unlikely-to-succeed market, there is no reason that any other company, large or small, cannot succeed in China. The ability to think differently, do your homework, implement right strategies, adapt to local markets, and commit long term are all important steps to achieve that goal.


Five Things Starbucks Did to Get China Right

If there is one company that should have failed in China, it would be Starbucks. China has thousands of years of history drinking tea and a strong culture associated with it. No one could have guessed that Chinese would ever drink coffee instead of tea.

Yet, Starbucks has successfully opened more than 570 stores in 48 cities since it first entered China twelve years ago. Building on this momentum, it plans to open 1,500 stores by 2015. What did the Seattle-based coffee company do right in China? Here are five lessons from Starbucks’s success.

Pense diferente

When Starbucks entered China in 1999, many were skeptical that Starbucks had a chance. Given the fact that Chinese people have traditionally favored tea, it seemed impossible that Starbucks would be able to break into this market.

However, Starbucks did not let this skepticism stop it. A careful market study revealed that as the Chinese middle class emerged, there existed an opportunity for Starbucks to introduce a Western coffee experience, where people could meet with their friends while drinking their favorite beverages.

Starbucks literally created that demand. Now you can find a Starbucks almost on every major street of the coastal cities in China. Even my 90-year old father in China began to tell me how he drank coffee after meals, rather than tea, to help his digestion. Starbucks has revolutionized how Chinese view and drink coffee.

Position Smart

Once Starbucks decided to enter China, it implemented a smart market entry strategy. It did not use any advertising and promotions that could be perceived by the Chinese as a threat to their tea-drinking culture. Instead, it focused on selecting high-visibility and high-traffic locations to project its brand image.

The next thing Starbucks did was to capitalize on the tea-drinking culture of Chinese consumers by introducing beverages using popular local ingredients such as green tea. This strategy has effectively turned potential obstacles into Starbucks’ favor. Chinese consumers quickly developed a taste for Starbucks’ coffee, which was essential to Starbucks’ success in China.

One of Starbucks’ key marketing strategies is to provide customers with an exceptional experience. The chic interior, comfortable lounge chairs, and upbeat music are not only differentiators that set Starbucks apart from the competition, but also have strong appeal to younger generations who fantasize about Western coffee culture as a symbol of modern lifestyle. Many go to Starbucks not just for a cup of Frappuccino, but also for the “Starbucks Experience” that makes them feel cool and trendy.

Thus, Starbucks has established itself as an aspiration brand and is able to charge premium prices.

Brand Global

Starbucks understands the value of its global brand and has taken steps to maintain brand integrity. One of Starbucks’ best practices is to send their best baristas from established markets to new markets and train new employees. These baristas act as brand ambassadors to help establish the Starbucks culture in new locations and ensure that service at each local store meets their global standards.

Western brands in general have a reputation for quality products and services. They have a competitive advantage over Chinese companies in establishing themselves as premium brands. However, as Shaun Rein, founder and managing director of China Market Research Group, pointed out, too many Western brands push for market share by cutting prices, which is a losing strategy because they can never “out-cut” local Chinese competitors.

Global brand does not mean “global products,” or “global platform” as eBay mistakenly tried. Starbucks has highly localized menu of beverages that is particularly tailored to Chinese consumers. It has done an extensive consumer taste profile analysis to create a unique “East meets West” blend. It even gives each store the flexibility to choose from a wide variety of its beverage portfolio that fits the customers at its particular location.

It is critical for global brands to adapt their businesses to local markets in order to succeed in China, and Starbucks has done just that.

Partner Local

China is not one homogeneous market. There are many Chinas. The culture from northern China is very different from that of the east. Consumer spending power inland is not on par with that in coastal cities. To address this complexity of the Chinese market, Starbucks partnered with three regional partners as part of its expansion plans.

In the north, Starbucks entered a joint-venture with Beijing Mei Da coffee company. In the east, Starbucks partnered with the Taiwan-based Uni-President. In the south, Starbucks worked with Hong Kong-based Maxim’s Caterers. Each partner brings different strengths and local expertise that helped Starbucks gain insights into the tastes and preferences of local Chinese consumers.

Working with right partners can be an effective way to reach local customers and expand quickly without going through a significant learning curve.

Commit Long Term

China is not an easy market to crack. It requires a long term commitment. An important strategy is to invest in employees. When I visited a Starbucks store in Shanghai back in 2007, I was impressed by the cheerful greetings of Chinese baristas, which set Starbucks apart from copycats. Starbucks has done an excellent job in recruiting and training its employees. This is a win-win strategy because employees are at the heart of delivering the “Starbucks Experience” to customers. They are the best marketing ambassadors for the company.

Long term commitment also means patience. It takes time to educate the market and gain customer loyalty. The companies that invest in long term plans can be sure to reap handsome rewards.

If Starbucks can succeed in a most unlikely-to-succeed market, there is no reason that any other company, large or small, cannot succeed in China. The ability to think differently, do your homework, implement right strategies, adapt to local markets, and commit long term are all important steps to achieve that goal.


Five Things Starbucks Did to Get China Right

If there is one company that should have failed in China, it would be Starbucks. China has thousands of years of history drinking tea and a strong culture associated with it. No one could have guessed that Chinese would ever drink coffee instead of tea.

Yet, Starbucks has successfully opened more than 570 stores in 48 cities since it first entered China twelve years ago. Building on this momentum, it plans to open 1,500 stores by 2015. What did the Seattle-based coffee company do right in China? Here are five lessons from Starbucks’s success.

Pense diferente

When Starbucks entered China in 1999, many were skeptical that Starbucks had a chance. Given the fact that Chinese people have traditionally favored tea, it seemed impossible that Starbucks would be able to break into this market.

However, Starbucks did not let this skepticism stop it. A careful market study revealed that as the Chinese middle class emerged, there existed an opportunity for Starbucks to introduce a Western coffee experience, where people could meet with their friends while drinking their favorite beverages.

Starbucks literally created that demand. Now you can find a Starbucks almost on every major street of the coastal cities in China. Even my 90-year old father in China began to tell me how he drank coffee after meals, rather than tea, to help his digestion. Starbucks has revolutionized how Chinese view and drink coffee.

Position Smart

Once Starbucks decided to enter China, it implemented a smart market entry strategy. It did not use any advertising and promotions that could be perceived by the Chinese as a threat to their tea-drinking culture. Instead, it focused on selecting high-visibility and high-traffic locations to project its brand image.

The next thing Starbucks did was to capitalize on the tea-drinking culture of Chinese consumers by introducing beverages using popular local ingredients such as green tea. This strategy has effectively turned potential obstacles into Starbucks’ favor. Chinese consumers quickly developed a taste for Starbucks’ coffee, which was essential to Starbucks’ success in China.

One of Starbucks’ key marketing strategies is to provide customers with an exceptional experience. The chic interior, comfortable lounge chairs, and upbeat music are not only differentiators that set Starbucks apart from the competition, but also have strong appeal to younger generations who fantasize about Western coffee culture as a symbol of modern lifestyle. Many go to Starbucks not just for a cup of Frappuccino, but also for the “Starbucks Experience” that makes them feel cool and trendy.

Thus, Starbucks has established itself as an aspiration brand and is able to charge premium prices.

Brand Global

Starbucks understands the value of its global brand and has taken steps to maintain brand integrity. One of Starbucks’ best practices is to send their best baristas from established markets to new markets and train new employees. These baristas act as brand ambassadors to help establish the Starbucks culture in new locations and ensure that service at each local store meets their global standards.

Western brands in general have a reputation for quality products and services. They have a competitive advantage over Chinese companies in establishing themselves as premium brands. However, as Shaun Rein, founder and managing director of China Market Research Group, pointed out, too many Western brands push for market share by cutting prices, which is a losing strategy because they can never “out-cut” local Chinese competitors.

Global brand does not mean “global products,” or “global platform” as eBay mistakenly tried. Starbucks has highly localized menu of beverages that is particularly tailored to Chinese consumers. It has done an extensive consumer taste profile analysis to create a unique “East meets West” blend. It even gives each store the flexibility to choose from a wide variety of its beverage portfolio that fits the customers at its particular location.

It is critical for global brands to adapt their businesses to local markets in order to succeed in China, and Starbucks has done just that.

Partner Local

China is not one homogeneous market. There are many Chinas. The culture from northern China is very different from that of the east. Consumer spending power inland is not on par with that in coastal cities. To address this complexity of the Chinese market, Starbucks partnered with three regional partners as part of its expansion plans.

In the north, Starbucks entered a joint-venture with Beijing Mei Da coffee company. In the east, Starbucks partnered with the Taiwan-based Uni-President. In the south, Starbucks worked with Hong Kong-based Maxim’s Caterers. Each partner brings different strengths and local expertise that helped Starbucks gain insights into the tastes and preferences of local Chinese consumers.

Working with right partners can be an effective way to reach local customers and expand quickly without going through a significant learning curve.

Commit Long Term

China is not an easy market to crack. It requires a long term commitment. An important strategy is to invest in employees. When I visited a Starbucks store in Shanghai back in 2007, I was impressed by the cheerful greetings of Chinese baristas, which set Starbucks apart from copycats. Starbucks has done an excellent job in recruiting and training its employees. This is a win-win strategy because employees are at the heart of delivering the “Starbucks Experience” to customers. They are the best marketing ambassadors for the company.

Long term commitment also means patience. It takes time to educate the market and gain customer loyalty. The companies that invest in long term plans can be sure to reap handsome rewards.

If Starbucks can succeed in a most unlikely-to-succeed market, there is no reason that any other company, large or small, cannot succeed in China. The ability to think differently, do your homework, implement right strategies, adapt to local markets, and commit long term are all important steps to achieve that goal.


Five Things Starbucks Did to Get China Right

If there is one company that should have failed in China, it would be Starbucks. China has thousands of years of history drinking tea and a strong culture associated with it. No one could have guessed that Chinese would ever drink coffee instead of tea.

Yet, Starbucks has successfully opened more than 570 stores in 48 cities since it first entered China twelve years ago. Building on this momentum, it plans to open 1,500 stores by 2015. What did the Seattle-based coffee company do right in China? Here are five lessons from Starbucks’s success.

Pense diferente

When Starbucks entered China in 1999, many were skeptical that Starbucks had a chance. Given the fact that Chinese people have traditionally favored tea, it seemed impossible that Starbucks would be able to break into this market.

However, Starbucks did not let this skepticism stop it. A careful market study revealed that as the Chinese middle class emerged, there existed an opportunity for Starbucks to introduce a Western coffee experience, where people could meet with their friends while drinking their favorite beverages.

Starbucks literally created that demand. Now you can find a Starbucks almost on every major street of the coastal cities in China. Even my 90-year old father in China began to tell me how he drank coffee after meals, rather than tea, to help his digestion. Starbucks has revolutionized how Chinese view and drink coffee.

Position Smart

Once Starbucks decided to enter China, it implemented a smart market entry strategy. It did not use any advertising and promotions that could be perceived by the Chinese as a threat to their tea-drinking culture. Instead, it focused on selecting high-visibility and high-traffic locations to project its brand image.

The next thing Starbucks did was to capitalize on the tea-drinking culture of Chinese consumers by introducing beverages using popular local ingredients such as green tea. This strategy has effectively turned potential obstacles into Starbucks’ favor. Chinese consumers quickly developed a taste for Starbucks’ coffee, which was essential to Starbucks’ success in China.

One of Starbucks’ key marketing strategies is to provide customers with an exceptional experience. The chic interior, comfortable lounge chairs, and upbeat music are not only differentiators that set Starbucks apart from the competition, but also have strong appeal to younger generations who fantasize about Western coffee culture as a symbol of modern lifestyle. Many go to Starbucks not just for a cup of Frappuccino, but also for the “Starbucks Experience” that makes them feel cool and trendy.

Thus, Starbucks has established itself as an aspiration brand and is able to charge premium prices.

Brand Global

Starbucks understands the value of its global brand and has taken steps to maintain brand integrity. One of Starbucks’ best practices is to send their best baristas from established markets to new markets and train new employees. These baristas act as brand ambassadors to help establish the Starbucks culture in new locations and ensure that service at each local store meets their global standards.

Western brands in general have a reputation for quality products and services. They have a competitive advantage over Chinese companies in establishing themselves as premium brands. However, as Shaun Rein, founder and managing director of China Market Research Group, pointed out, too many Western brands push for market share by cutting prices, which is a losing strategy because they can never “out-cut” local Chinese competitors.

Global brand does not mean “global products,” or “global platform” as eBay mistakenly tried. Starbucks has highly localized menu of beverages that is particularly tailored to Chinese consumers. It has done an extensive consumer taste profile analysis to create a unique “East meets West” blend. It even gives each store the flexibility to choose from a wide variety of its beverage portfolio that fits the customers at its particular location.

It is critical for global brands to adapt their businesses to local markets in order to succeed in China, and Starbucks has done just that.

Partner Local

China is not one homogeneous market. There are many Chinas. The culture from northern China is very different from that of the east. Consumer spending power inland is not on par with that in coastal cities. To address this complexity of the Chinese market, Starbucks partnered with three regional partners as part of its expansion plans.

In the north, Starbucks entered a joint-venture with Beijing Mei Da coffee company. In the east, Starbucks partnered with the Taiwan-based Uni-President. In the south, Starbucks worked with Hong Kong-based Maxim’s Caterers. Each partner brings different strengths and local expertise that helped Starbucks gain insights into the tastes and preferences of local Chinese consumers.

Working with right partners can be an effective way to reach local customers and expand quickly without going through a significant learning curve.

Commit Long Term

China is not an easy market to crack. It requires a long term commitment. An important strategy is to invest in employees. When I visited a Starbucks store in Shanghai back in 2007, I was impressed by the cheerful greetings of Chinese baristas, which set Starbucks apart from copycats. Starbucks has done an excellent job in recruiting and training its employees. This is a win-win strategy because employees are at the heart of delivering the “Starbucks Experience” to customers. They are the best marketing ambassadors for the company.

Long term commitment also means patience. It takes time to educate the market and gain customer loyalty. The companies that invest in long term plans can be sure to reap handsome rewards.

If Starbucks can succeed in a most unlikely-to-succeed market, there is no reason that any other company, large or small, cannot succeed in China. The ability to think differently, do your homework, implement right strategies, adapt to local markets, and commit long term are all important steps to achieve that goal.


Five Things Starbucks Did to Get China Right

If there is one company that should have failed in China, it would be Starbucks. China has thousands of years of history drinking tea and a strong culture associated with it. No one could have guessed that Chinese would ever drink coffee instead of tea.

Yet, Starbucks has successfully opened more than 570 stores in 48 cities since it first entered China twelve years ago. Building on this momentum, it plans to open 1,500 stores by 2015. What did the Seattle-based coffee company do right in China? Here are five lessons from Starbucks’s success.

Pense diferente

When Starbucks entered China in 1999, many were skeptical that Starbucks had a chance. Given the fact that Chinese people have traditionally favored tea, it seemed impossible that Starbucks would be able to break into this market.

However, Starbucks did not let this skepticism stop it. A careful market study revealed that as the Chinese middle class emerged, there existed an opportunity for Starbucks to introduce a Western coffee experience, where people could meet with their friends while drinking their favorite beverages.

Starbucks literally created that demand. Now you can find a Starbucks almost on every major street of the coastal cities in China. Even my 90-year old father in China began to tell me how he drank coffee after meals, rather than tea, to help his digestion. Starbucks has revolutionized how Chinese view and drink coffee.

Position Smart

Once Starbucks decided to enter China, it implemented a smart market entry strategy. It did not use any advertising and promotions that could be perceived by the Chinese as a threat to their tea-drinking culture. Instead, it focused on selecting high-visibility and high-traffic locations to project its brand image.

The next thing Starbucks did was to capitalize on the tea-drinking culture of Chinese consumers by introducing beverages using popular local ingredients such as green tea. This strategy has effectively turned potential obstacles into Starbucks’ favor. Chinese consumers quickly developed a taste for Starbucks’ coffee, which was essential to Starbucks’ success in China.

One of Starbucks’ key marketing strategies is to provide customers with an exceptional experience. The chic interior, comfortable lounge chairs, and upbeat music are not only differentiators that set Starbucks apart from the competition, but also have strong appeal to younger generations who fantasize about Western coffee culture as a symbol of modern lifestyle. Many go to Starbucks not just for a cup of Frappuccino, but also for the “Starbucks Experience” that makes them feel cool and trendy.

Thus, Starbucks has established itself as an aspiration brand and is able to charge premium prices.

Brand Global

Starbucks understands the value of its global brand and has taken steps to maintain brand integrity. One of Starbucks’ best practices is to send their best baristas from established markets to new markets and train new employees. These baristas act as brand ambassadors to help establish the Starbucks culture in new locations and ensure that service at each local store meets their global standards.

Western brands in general have a reputation for quality products and services. They have a competitive advantage over Chinese companies in establishing themselves as premium brands. However, as Shaun Rein, founder and managing director of China Market Research Group, pointed out, too many Western brands push for market share by cutting prices, which is a losing strategy because they can never “out-cut” local Chinese competitors.

Global brand does not mean “global products,” or “global platform” as eBay mistakenly tried. Starbucks has highly localized menu of beverages that is particularly tailored to Chinese consumers. It has done an extensive consumer taste profile analysis to create a unique “East meets West” blend. It even gives each store the flexibility to choose from a wide variety of its beverage portfolio that fits the customers at its particular location.

It is critical for global brands to adapt their businesses to local markets in order to succeed in China, and Starbucks has done just that.

Partner Local

China is not one homogeneous market. There are many Chinas. The culture from northern China is very different from that of the east. Consumer spending power inland is not on par with that in coastal cities. To address this complexity of the Chinese market, Starbucks partnered with three regional partners as part of its expansion plans.

In the north, Starbucks entered a joint-venture with Beijing Mei Da coffee company. In the east, Starbucks partnered with the Taiwan-based Uni-President. In the south, Starbucks worked with Hong Kong-based Maxim’s Caterers. Each partner brings different strengths and local expertise that helped Starbucks gain insights into the tastes and preferences of local Chinese consumers.

Working with right partners can be an effective way to reach local customers and expand quickly without going through a significant learning curve.

Commit Long Term

China is not an easy market to crack. It requires a long term commitment. An important strategy is to invest in employees. When I visited a Starbucks store in Shanghai back in 2007, I was impressed by the cheerful greetings of Chinese baristas, which set Starbucks apart from copycats. Starbucks has done an excellent job in recruiting and training its employees. This is a win-win strategy because employees are at the heart of delivering the “Starbucks Experience” to customers. They are the best marketing ambassadors for the company.

Long term commitment also means patience. It takes time to educate the market and gain customer loyalty. The companies that invest in long term plans can be sure to reap handsome rewards.

If Starbucks can succeed in a most unlikely-to-succeed market, there is no reason that any other company, large or small, cannot succeed in China. The ability to think differently, do your homework, implement right strategies, adapt to local markets, and commit long term are all important steps to achieve that goal.


Five Things Starbucks Did to Get China Right

If there is one company that should have failed in China, it would be Starbucks. China has thousands of years of history drinking tea and a strong culture associated with it. No one could have guessed that Chinese would ever drink coffee instead of tea.

Yet, Starbucks has successfully opened more than 570 stores in 48 cities since it first entered China twelve years ago. Building on this momentum, it plans to open 1,500 stores by 2015. What did the Seattle-based coffee company do right in China? Here are five lessons from Starbucks’s success.

Pense diferente

When Starbucks entered China in 1999, many were skeptical that Starbucks had a chance. Given the fact that Chinese people have traditionally favored tea, it seemed impossible that Starbucks would be able to break into this market.

However, Starbucks did not let this skepticism stop it. A careful market study revealed that as the Chinese middle class emerged, there existed an opportunity for Starbucks to introduce a Western coffee experience, where people could meet with their friends while drinking their favorite beverages.

Starbucks literally created that demand. Now you can find a Starbucks almost on every major street of the coastal cities in China. Even my 90-year old father in China began to tell me how he drank coffee after meals, rather than tea, to help his digestion. Starbucks has revolutionized how Chinese view and drink coffee.

Position Smart

Once Starbucks decided to enter China, it implemented a smart market entry strategy. It did not use any advertising and promotions that could be perceived by the Chinese as a threat to their tea-drinking culture. Instead, it focused on selecting high-visibility and high-traffic locations to project its brand image.

The next thing Starbucks did was to capitalize on the tea-drinking culture of Chinese consumers by introducing beverages using popular local ingredients such as green tea. This strategy has effectively turned potential obstacles into Starbucks’ favor. Chinese consumers quickly developed a taste for Starbucks’ coffee, which was essential to Starbucks’ success in China.

One of Starbucks’ key marketing strategies is to provide customers with an exceptional experience. The chic interior, comfortable lounge chairs, and upbeat music are not only differentiators that set Starbucks apart from the competition, but also have strong appeal to younger generations who fantasize about Western coffee culture as a symbol of modern lifestyle. Many go to Starbucks not just for a cup of Frappuccino, but also for the “Starbucks Experience” that makes them feel cool and trendy.

Thus, Starbucks has established itself as an aspiration brand and is able to charge premium prices.

Brand Global

Starbucks understands the value of its global brand and has taken steps to maintain brand integrity. One of Starbucks’ best practices is to send their best baristas from established markets to new markets and train new employees. These baristas act as brand ambassadors to help establish the Starbucks culture in new locations and ensure that service at each local store meets their global standards.

Western brands in general have a reputation for quality products and services. They have a competitive advantage over Chinese companies in establishing themselves as premium brands. However, as Shaun Rein, founder and managing director of China Market Research Group, pointed out, too many Western brands push for market share by cutting prices, which is a losing strategy because they can never “out-cut” local Chinese competitors.

Global brand does not mean “global products,” or “global platform” as eBay mistakenly tried. Starbucks has highly localized menu of beverages that is particularly tailored to Chinese consumers. It has done an extensive consumer taste profile analysis to create a unique “East meets West” blend. It even gives each store the flexibility to choose from a wide variety of its beverage portfolio that fits the customers at its particular location.

It is critical for global brands to adapt their businesses to local markets in order to succeed in China, and Starbucks has done just that.

Partner Local

China is not one homogeneous market. There are many Chinas. The culture from northern China is very different from that of the east. Consumer spending power inland is not on par with that in coastal cities. To address this complexity of the Chinese market, Starbucks partnered with three regional partners as part of its expansion plans.

In the north, Starbucks entered a joint-venture with Beijing Mei Da coffee company. In the east, Starbucks partnered with the Taiwan-based Uni-President. In the south, Starbucks worked with Hong Kong-based Maxim’s Caterers. Each partner brings different strengths and local expertise that helped Starbucks gain insights into the tastes and preferences of local Chinese consumers.

Working with right partners can be an effective way to reach local customers and expand quickly without going through a significant learning curve.

Commit Long Term

China is not an easy market to crack. It requires a long term commitment. An important strategy is to invest in employees. When I visited a Starbucks store in Shanghai back in 2007, I was impressed by the cheerful greetings of Chinese baristas, which set Starbucks apart from copycats. Starbucks has done an excellent job in recruiting and training its employees. This is a win-win strategy because employees are at the heart of delivering the “Starbucks Experience” to customers. They are the best marketing ambassadors for the company.

Long term commitment also means patience. It takes time to educate the market and gain customer loyalty. The companies that invest in long term plans can be sure to reap handsome rewards.

If Starbucks can succeed in a most unlikely-to-succeed market, there is no reason that any other company, large or small, cannot succeed in China. The ability to think differently, do your homework, implement right strategies, adapt to local markets, and commit long term are all important steps to achieve that goal.